1. RTOS
Um programa precisa ler sensor, atender a rede e atualizar um atuador. Por que separar trabalhos em tarefas pode ser útil? E por que “tempo real” não significa apenas “muito rápido”?
2. I2C
Um LCD 16x2 com interface I2C usa SDA, SCL e um endereço. Qual é a função do endereço quando vários dispositivos compartilham o barramento?
Antes de assumir 0x27 ou 0x3F, o que devemos fazer? ______________________________
3. UART não é RS-232
Classifique como verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) Usar o Monitor Serial significa que o circuito é RS-232.
( ) HC-05/HC-06 podem trocar dados pela UART em níveis lógicos.
( ) Uma ligação RS-232 real pode exigir um transceptor adequado, como MAX3232.
4. CAN
Por que não devemos ligar CANH e CANL diretamente aos GPIOs do ESP32? Qual componente existe entre o controlador e o barramento físico?
5. TCP/IP por baixo do HTTP
Ordene do nível da aplicação em direção ao meio de acesso usado no nosso exemplo:
Wi‑Fi — IP — HTTP — TCP
Ordem: __________________________________________
6. Família IEEE 802.11
O ESP32-WROOM-32 usado no percurso trabalha com Wi‑Fi 2,4 GHz e 802.11 b/g/n. O que pode acontecer se a rede disponível aceitar somente 5 GHz?
7. Bluetooth Classic e BLE
O controle serial estudado anteriormente se aproxima do uso de Bluetooth Classic/SPP. Em poucas palavras, qual é a diferença de proposta em relação ao BLE?
8. I2C na placa física
Um LCD 16x2 com backpack I2C é alimentado em 5 V e suas linhas SDA/SCL possuem pull-ups para 5 V. Por que isso exige cuidado antes de ligar diretamente ao ESP32 de 3,3 V e qual solução foi apresentada no módulo?